A aRQiMOB é uma empresa do setor de arquitetura ambiental, sediada no Brasil.
Construção, arquitetura e ecologia sustentável são os pilares que orientam nossa atuação.
Sustentabilidade
De modo geral, a sustentabilidade relaciona-se à arquitetura presente em obras de alta tecnologia, que buscam eficiência energética, redução do impacto ambiental e preservação do meio ambiente.
De forma específica, a aRQiMOB descreve e avalia obras projetadas por arquitetos escolhidos por nossos clientes interessados em construir, como o contemporâneo britânico Norman Foster, entre outros nomes renomados da arquitetura e da engenharia civil nacional e mundial, identificando e analisando seus principais elementos para os dias atuais.
A aRQiMOB expõe conhecimento, serviços, produtos e talento, além de conteúdo para todos que valorizam moda, arquitetura, engenharia civil, segurança, conforto, conceito e luxo.
Nosso objetivo
Promover educação e sustentabilidade social e econômica para todos.
O principal fator que determina a intervenção humana na natureza é o consumo e a necessidade. A forma como os recursos naturais são extraídos e utilizados, bem como as tecnologias empregadas, ditam o quão prejudicial é essa intervenção para o planeta e para todos os seres vivos.
Nas últimas três décadas, devido à exploração desenfreada da natureza, surgiu em importantes congressos mundiais um novo conceito: a urgência da sustentabilidade global. Esse conceito baseia-se na ética da responsabilidade ambiental, especialmente no que se refere ao consumo responsável dos recursos naturais.
Medidas sustentáveis já podiam ser identificadas desde os primeiros assentamentos humanos — como o uso de recursos extraídos do entorno das casas no período antigo ou medieval. No entanto, tais práticas não se mantiveram ao longo dos anos devido à expansão territorial e, principalmente, ao crescimento populacional.
Embora as cidades ocupem apenas de 1 a 5% da superfície terrestre, elas alteram radicalmente a natureza dos rios, florestas e campos, além de impactarem a atmosfera e os oceanos, devido à poluição e degradação que geram (ODUM, 1988).
O acelerado crescimento das zonas urbanas — com previsão de que, em 2035, apenas 25% da população mundial viverá fora delas — faz com que metrópoles e megalópoles sejam os principais causadores dos problemas ambientais atuais. O marco dessa expansão foi a Revolução Industrial (1750-1830), que aumentou a exploração da natureza e gerou preocupações sobre a relação entre homem e meio ambiente.
Em fins do século XIX, surgiu o conceito das Cidades-Jardim, criado pelo urbanista britânico Ebenezer Howard (1850-1928), que propôs integrar a natureza às cidades por meio de “cinturões verdes”.
Durante o período moderno da arquitetura e urbanismo, houve avanços tecnológicos, mas a natureza ainda era vista apenas como pano de fundo para construções. Foi apenas após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), diante dos danos ambientais e do perigo nuclear, que mudanças mais significativas começaram a surgir. Nas décadas de 1950 e 1960, surgiram críticas ao consumismo e estudos sobre energias renováveis. Com a crise do petróleo nos anos 1970, a pesquisa se intensificou e, nesse contexto, nasceu a arquitetura ecológica, que buscava reduzir os impactos ambientais por meio de práticas como o bioclimatismo e o regionalismo.
Diversos protocolos internacionais foram assinados a partir desse período:
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Convenção de Genebra (1979): redução da poluição global do ar.
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Protocolo de Montreal (1987): banimento dos gases que destroem a camada de ozônio.
Nos anos 1990, o termo sustentabilidade popularizou-se. O Relatório Brundtland (1987) definiu o desenvolvimento sustentável como “aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer as futuras gerações”. Esse marco reforçou a necessidade de repensar o modelo econômico mundial.
Em 1992, no Rio de Janeiro, ocorreu a ECO-92, conferência das Nações Unidas que resultou em acordos como a Agenda 21, a Declaração sobre Florestas e convenções sobre biodiversidade e mudanças climáticas. Em 1996, a Cúpula das Cidades (Habitat II, em Istambul) destacou a importância da sustentabilidade urbana.
Durante a década de 1990, a arquitetura incorporou o conceito de ecotecnologia, que se baseia no uso consciente de recursos naturais. Arquitetos renomados da chamada High-Tech Architecture, como Richard Rogers, Cedric Price, Norman Foster e Nicholas Grimshaw, passaram a projetar edifícios eficientes, duráveis e com menor impacto ambiental.
Desde então, a sustentabilidade passou a ser compreendida em três dimensões: ambiental, econômica e social.
A aRQiMOB assume o compromisso de fortalecer a ecoarquitetura na construção civil, no Brasil e no mundo, promovendo debates, palestras e conferências ao lado de renomados arquitetos, engenheiros e empresários do setor.
A aRQiMOB é um centro de notícias que aborda e discute temas relevantes, com a participação de convidados e líderes da construção civil, da arquitetura e do design de interiores, além de tendências de moda casa e muito mais.
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